Frente sindical pressiona <em>Wal-Mart</em>
Uma frente sindical, constituída por 900 sindicatos anunciou, na segunda-feira, dia 22, em Chicago, o lançamento de uma campanha internacional para forçar o Wal-Mart, o maior grupo de distribuição e o primeiro empregador privado do mundo, a permitir que os seus 1 milhão e 600 mil de trabalhadores se organizem livremente.
A Union Network International (UNI – Rede Internacional de Sindicatos) apresenta-se como o maior agrupamento de sindicatos, reivindicando 15,5 milhões de filiados em 140 países.
Segundo a UNI, a campanha tem como objectivo «travar a wal-martização do planeta, mobilizando sindicatos de vários países para que ajudem os empregados do gigante da distribuição a se organizar e beneficiar das vantagens de uma organização colectiva».
Para o sindicato norte-americano do comércio e alimentação, UFCW (United Food and Commercial Workers), a cadeia «Wal-Mart transformou-se no novo modelo económico» que muitas empresas seguem para reduzir os salários e os benefícios sociais.
Todavia, o poderoso grupo tem resistido ao longo dos anos às pressões dos sindicatos, impedindo todas as tentativas de organização sindical nas suas lojas na América do Norte, onde se concentra a maioria das suas lojas. A mais recente, no Canadá, terminou simplesmente com o encerramento de uma superfície onde os trabalhadores haviam criado uma estrutura sindical.
Em 2004, o grupo Wal-Mart obteve lucros no valor de 10,267 mil milhões de dólares e registou registou um volume de negócios de 285,2 mil milhões de dólares, ou seja, cerca do dobro do Produto Interno Bruto de Portugal.
A Union Network International (UNI – Rede Internacional de Sindicatos) apresenta-se como o maior agrupamento de sindicatos, reivindicando 15,5 milhões de filiados em 140 países.
Segundo a UNI, a campanha tem como objectivo «travar a wal-martização do planeta, mobilizando sindicatos de vários países para que ajudem os empregados do gigante da distribuição a se organizar e beneficiar das vantagens de uma organização colectiva».
Para o sindicato norte-americano do comércio e alimentação, UFCW (United Food and Commercial Workers), a cadeia «Wal-Mart transformou-se no novo modelo económico» que muitas empresas seguem para reduzir os salários e os benefícios sociais.
Todavia, o poderoso grupo tem resistido ao longo dos anos às pressões dos sindicatos, impedindo todas as tentativas de organização sindical nas suas lojas na América do Norte, onde se concentra a maioria das suas lojas. A mais recente, no Canadá, terminou simplesmente com o encerramento de uma superfície onde os trabalhadores haviam criado uma estrutura sindical.
Em 2004, o grupo Wal-Mart obteve lucros no valor de 10,267 mil milhões de dólares e registou registou um volume de negócios de 285,2 mil milhões de dólares, ou seja, cerca do dobro do Produto Interno Bruto de Portugal.